CAPA DO ARTIGO 01

Comece agora mesmo. Veja por que os COE podem mudar a sua vida!

Os COE (Certificados de Operações Estruturadas) são a maneira mais simples e inteligente de investir em empresas estrangeiras como Apple, Facebook, Netflix ou Google (Alphabet).

E de uma maneira em que se pode lucrar e ter a garantia de todo o seu dinheiro de volta se o investimento der errado.

Já pensou em ser um daqueles caras da Bolsa de Nova York ou da Nasdaq?

E que tal negociar ouro e prata nos mercados mais movimentados?

Soja, café, trigo e boi gordo, como os grandes investidores?

Parece coisa para grandes empresários em ternos caríssimos ou para mulheres vestindo Prada, gente que corre grandes riscos, certo?

Parece coisa de filme de Hollywood, certo?

Mas é coisa pra você.

Invista em grandes companhias dos EUA ou de outros países, commodities – como metais, petróleo e produtos agrícolas – fácil e rapidamente.

Surpresa: a partir de R$ 5 mil apenas.

E praticamente sem riscos.

Os COE ainda são uma novidade no mercado brasileiro, embora nos EUA e na Europa sejam bem populares, conhecidos por lá como Notas Estruturadas.

Então esta é a sua chance de sair na frente, pois até o momento eles eram uma exclusividade de quem tinha milhões de reais ou de dólares.

Neste artigo, vou ensinar tudo o que é necessário a fim de começar a investir em COE (Certificados de Operações Estruturadas) ainda hoje mesmo, se quiser. Com segurança e sem burocracia.

Com os COE, essas grandes companhias estrangeiras e commodities, com grande potencial de lucro e crescimento estão a seu alcance, sem papelada, com grandes chances de ganhar dinheiro e, acima de tudo, com segurança e sem risco.

Mas eu preciso de muito dinheiro a fim disso e comprar lotes de ações de diferentes empresas a fim de diversificar e corres menos riscos, certo?

Não precisa ser um milionário.

Nem de muito dinheiro.

Com os Certificados de Operações Estruturadas, investe-se em um pacote de ações que incluem ainda outro pacote de papeis chamados derivativos que garantem a proteção caso a operação dê errado.

Opa! Dar errado? Então eu posso perder dinheiro?

Errado. Isso é sem perder dinheiro. Risco zero de perder dinheiro.

Eles até existem, são mínimos – mas sobretudo se houver boa orientação.

Em 96% dos COE colocados no mercado brasileiro pelos grandes bancos, o pior que pode acontecer é sair com a mesma quantidade de dinheiro com que entrou.

Isso mesmo. Você leu certo.

Mesmo que não houvesse a orientação de um profissional de investimento, ainda assim o risco de escolher um COE em que há a possibilidade de se ter prejuízo seria de 4%.

As chances são maiores de sair com um bom rendimento no bolso.

Ao terminar de ler este artigo, terá aprendido tudo sobre COE (Certificados de Operações Estruturadas):

  • Como funciona o COE: entenda por que se trata de uma “aposta” impossível de se perder com a movimentação do mercado; dica: nada a ver com jogo de azar e sim com inteligência financeira.
  • O que é COE (Certificado de Operações Estruturadas): um pacote de ativos e derivativos que limita qualquer perda.
  • O que está por trás da mágica dos COE: como uma coisa tão incrível como os Certificados de Operações Estruturadas podem existir (sim, é tudo legal!).
  • Riscos e custos do COE: vou falar a verdade. Todo investimento tem riscos. Nos COE eles são mínimos, mas quero que você os conheça.
  • Como se informar sobre um COE: se vai investir em um COE, precisa saber tudo sobre ele. Existem uma forma simples de se fazer isso.
  • Quem assegura os COE: a fim de ser seguro como é, um investimento como os COE precisam de uma entidade sólida que os garanta. Vamos saber qual entidade é essa e como ela funciona.
  • Quanto posso ganhar com um COE.
  • Impostos sobre o COE.
  • Um bônus se você gosta de viajar.

IMAGEM EBOOK COE

 COE – O QUE É 

COE-OQUE É-01

O mais interessante sobre COE (Certificados de Operações Estruturadas) que é necessário saber é que eles misturam:

  1. a segurança de uma renda fixa com
  2. as grandes possibilidades de ganho de uma renda variável (investir na bolsa de valores, por exemplo).

Parece mágica, mas não é, como aprenderá mais adiante.

Apenas os grandes bancos podem emitir Certificados de Operações Estruturadas. Bancos como Itaú, Morgan Stanley, Bradesco, Santander, Citibank e muitos outros.

Por que os bancos fazem isso? Porque precisam captar dinheiro. Os bancos consideram os COE como maneiras de obter recursos financeiros como os CDB, como os LCI e os LCA.

Através desses e também dos COE, literalmente se empresta dinheiro ao banco e, depois de um prazo, ele devolve acrescido de juros.

Isso é novidade?

Pois saiba que até a simplória caderneta de poupança funciona nesse raciocínio.

Todo investimento oferecido por um banco nada mais é do que uma forma dessa entidade conseguir dinheiro na intenção de emprestar a outros a juros. Empresta-se ao banco e o banco empresta a outros.

Porém…

… ao investidor brasileiro, os COE (Certificados de Operações Estruturadas) são inovadores. Afinal, através deles podemos aplicar em investimentos de risco com garantia de todo ou, em poucos casos, quase todo valor investido.

Ou seja: se der errado, perde-se nada. Os COE, desse modo, lançam o “risco sem risco”.

Nos Estados Unidos e na Europa eles existem desde a década de 90, mas, no Brasil, os COE só apareceram ao grande público duas décadas depois.

Foram criados pelo artigo 43 da Lei 12.249 de 2.010. E só foram regulamentados pelo Conselho Monetário Nacional a partir de 2013 pela Resolução CMN 4.263 de 2013, bem como pelas Circulares 3684 e 3685, ambas também daquele ano.

Mas até então, esse instrumento estava indisponível ao grande público.

Foi em 2016 que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou a Instrução 569. Com ela, corretoras de valores, agora, podem distribuir esse tipo de investimento, embora ainda estejam vetadas a emiti-los.

E, assim, foi dada a largada de uma quantidade sem fim de COE serem ofertados no mercado: seis meses depois, havia 6.400 operações a partir de 9 bancos emissores e 11 corretoras intermediando os negócios. Neste momento em que escrevo isto, há R$ 9,4 bilhões investidos em COE no Brasil.

PORQUE OS CERTIFICADOS DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS SÃO TÃO POPULARES?

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A renda fixa é segura, mas mesmo aquelas providas pelas melhores taxas tem um desempenho que não se compara com as promessas da renda variável.

A renda variável (bolsa de valores) pode dar grandes lucros, mas tem grandes riscos; o investidor pode sair perdendo.

  • Os COE – Certificados de Operações Estruturadas unem a segurança do primeiro e os lucros do segundo.

Mas tem mais:

  • Facilidade de investimento em empresas estrangeiras (sem os COE, para investir numa Apple, é impossível imaginar a quantidade de burocracia e dinheiro que estariam envolvidos! Nem queira saber a dor de cabeça!).
  • Diversificação: podemos investir em diversas empresas num mesmo “pacote” e ainda incluir commodities, como metais, petróleo e produtos agrícolas.
  • Um pacote pronto: imagine que tivesse que, sozinho, montar um pacote de investimentos que garantisse a segurança de seu dinheiro e a possibilidade de um bom lucro ao mesmo tempo; teria que estudar muito durante muitos anos. Através do COE, isso está pronto, preparado pelos melhores especialistas dos melhores bancos.
  • Facilidade nos impostos: em vez de ser taxado por cada ativo individualmente (as diferentes ações e commodities) o imposto de renda incide apenas sobre o COE.

Mas como isso é possível?

Ao montar um COE, um banco combina investimentos de renda variável (ações, opções e outros) e investimentos de renda fixa (CDB, títulos públicos, LCI, LCA e outros) e, assim, estruturam um investimento de uma forma muito sofisticada. Esse mix faz, em caso de a operação ir em direção ao lado errado, a proteção do capital e, em caso de ir em direção ao lado certo, o lucro esteja garantido.

COE: COMO FUNCIONA?

COMO FUNCIONA-01

Um jeito de entender o Certificado de Operações Estruturadas ou COE é entendê-lo como uma aposta.

Ao investir em um COE, afirmamos que acreditamos que determinado ativo ou grupo de ativos se comportará de determinada maneira.

Se ele se comportar assim, ganhamos uma porcentagem de lucro em cima do que se investiu (apostou). E, se não, não ganha nada.

Mas também não perde.

Digamos que acreditamos que o dólar, hoje por volta dos R$ 3, estará acima desse valor daqui a dois anos. Então, compramos uma ou mais cotas de um COE que espera que a moeda americana esteja acima de R$ 3 daqui a 2 anos.

Mas, lembre-se: investimentos nunca devem ser encarados como jogos de azar!

De fato, o COE não chega a ser uma aposta no estrito senso dessa palavra.

Aos emissores, dá trabalho, custa tempo e dinheiro estruturar um COE. Bancos não dão ponto sem nó. Então, as chances de o COE dar lucro são altas. É do interesse do emissor que isso aconteça.

Para que suas chances sejam ainda maiores, lembre de estudar bem os COE em que vai investir usando as dicas que lerá aqui ou contar com a ajuda dos melhores agentes autônomos de investimentos na hora da escolha.

Os bancos conseguem criar diversos tipos de COE facilmente. É possível projetar cenários muito diversos a cada situação econômica e, com isso, gerar uma regra de rentabilidade. Além disso, os COE podem estar atrelados a quase qualquer coisa do mercado: índices, ativos (ações), moedas e commodities.

Os COE podem ser referenciados em milho, café, soja, boi gordo, ouro, Ibovespa (Índice da BM&FBovespa), índices das bolsas americanas, taxas de juros, ações nacionais, ações estrangeiras e muitos outras coisas.

Quem define essa estrutura é o banco emissor. Apenas grandes investidores têm o privilégio de “desenhar” o seu COE, escolhendo os cenários e ativos a que ele estará atrelado.

Este é o momento de revisar tudo o que aprendeu e tirar qualquer eventual dúvida relativa a este vídeo da Cetip (Cetip é a entidade que registra, deposita e liquida os COE, bem como a que habilita os bancos a emiti-los):

TIPOS DE COE 

TIPO DE COE-01

Quando a condição colocada pelo COE é atingida, recebe-se o valor total do investimento mais o lucro acertado no início da operação.

No nosso exemplo acima, se depois de dois anos o dólar ficou acima de R$ 3, você sairia do investimento dessa maneira: quanto investiu somado a uma porcentagem.

Se o dólar terminou o período do investimento em R$ 2,99, recebemos, ao final, o valor que investimos.

Quando existe essa garantia, a de receber ao menos o valor investido de volta, trata-se de um COE da modalidade Valor Nominal Protegido. Atualmente, 96% dos Certificados de Operações Estruturadas oferecidos pelos bancos no mercado brasileiro são da modalidade Valor Nominal Protegido.

Ele é indicado a investidores moderados. O risco aqui é o de, em determinado período, deixar de remunerar o capital.

Há os COE em que podem acontecer perdas, mas isso é deixado claro antes de o investidor aplicar. São os chamados COE com Valor Nominal em Risco ou COE com Capital em Risco. Alguns terão apenas uma porcentagem em risco e, outros, todo o capital em risco.

Quanto maior o risco, maiores as possibilidades do ganho e vice-versa. Vai depender do perfil de agressividade do investidor e da porcentagem do patrimônio total envolvido numa operação dessas. Obviamente, é uma má ideia colocar todo o seu dinheiro em algo assim.

COE: POR TRÁS DOS BASTIDORES

BASTIDORES-01

Mas, espera aí…

… como assim eu posso ganhar uma boa porcentagem de remuneração sobre meu capital investido e não haver possibilidade de perder nada?

Em primeiro lugar, estamos arriscando sim.

Se depois de um tempo, em caso de o COE ter ficado abaixo da condição desejada – em seis meses ou dois anos ou ainda mais – você só recebe seu dinheiro inicial de volta. Isso significa que deixou de remunerar seu dinheiro.

Em um ano, sendo bem conservador, se a operação der errado, deixamos de ganhar no mínimo 12% sobre o capital. Considere que alguns produtos de renda fixa bem seguros pagam mais que isso.

Cada Certificado de Operações Estruturadas tem uma exigência de aplicação mínima, regras de rentabilidade ligadas a cenários de possíveis altas ou baixas e também regulamentos sobre a liquidez (no caso de precisar tirar seu dinheiro da operação antes do tempo).

Vou dar um exemplo.

Você adquire um COE atrelado às ações da Netflix. O prazo de vencimento é um ano (os prazo dos COE no mercado giram entre seis meses e três anos). Esse COE pede pelo menos R$ 10 mil para entrar (bancos podem pedir valores assim ou até maiores; corretoras conseguem valores a partir de R$ 5 mil).

O banco sabe que daqui a um ano terá que devolver esse valor. No mínimo. Esse é o compromisso que essa instituição assume. Como eu disse: bancos não dão ponto sem nó e, assim, ele toma as precauções para garantir esse valor.

Então, 90% desse dinheiro irá para investimentos de renda fixa remunerada por ganhos já pré-fixados. Ou seja: ele sabe quanto terá ao final de um ano. Dos seus R$ 10 mil iniciais, R$ 9 mil irão para investimentos como CDB, LCI, LCA, títulos públicos e outros da categoria. Grande parte das vezes, trata-se de investimentos do próprio banco.

O fato é que tudo isso é feito de maneira que esses R$ 9 mil, ao final de um ano, serão novamente R$ 10 mil. Assim, o seu capital inicial está garantido.

Como podemos ver, não é mágica.

O banco, por sua vez, neste momento, já está ganhando. Eu seria bobo de acreditar que essa empresa faz tudo isso apenas porque é boazinha.

Os R$ 9 mil foram investidos em seus próprios produtos, permitindo que esse dinheiro fique disponível para ser trabalhado: o dinheiro de aplicações como LCI, LCA e até poupança vai para empréstimos e financiamentos diversos, por exemplo.

Estes empréstimos e outras operações têm juros muito mais altos do que qualquer coisa usada pelo banco para remunerar o dinheiro.

Parte do dinheiro investido também será usado pelo banco para pagar os custos e comissões da operação. Por exemplo, gerentes e corretoras recebem comissões por trazerem clientes para o investimento.

E, finalmente, uma pequena parte do total investido – digamos R$ 1 mil – será colocada em investimentos de altíssimo risco, coisas em que um investidor iniciante nem deve pensar em se meter: primeiro, por não saber mexer nessas coisas ainda e, segundo, por não ter capital suficiente para tal (o COE torna isso possível porque como são muitos investidores envolvidos o montante total passa a fazer a operação valer a pena e o risco).

Nessas operações de altíssimo risco, os ganhos são proporcionais em caso de acerto: também altíssimos.

No nosso exemplo, esses R$ 1 mil seriam investidos em opções da empresa Netflix.

Atenção: aqui, o termo opções não é sinônimo de escolhas; opções são um tipo de papel, um derivativo atrelado à grande oscilação de valor, geralmente usado para garantir o preço de uma ação em uma determinada data, mas que por serem de preço altamente variável até essa determinada data são usados também para especulações de alto risco. Lembre-se: alto risco equivale a altos ganhos.

No entanto, lembre também: o valor nominal do seu investimento inicial já está ancorado em aplicações bem conservadoras e seguras.

Por que não faço eu mesmo isso aí?

Digamos que queira fazer você mesmo um pacote desses aí, combinando investimentos prefixados para garantir o seu valor inicial e uma pequena parte de seu dinheiro em material de alto risco.

Talvez pense que possa ser uma boa ideia. Afinal, deixaria de pagar taxas aos bancos e os intermediários.

Faz ideia do nível de burocracia e dinheiro envolvidos para investir em uma empresa estrangeira como a Netflix, Facebook, Google e outras?

Além disso, precisaria de muita, muita, muita grana investida para fazer esse trabalho e custos valerem a pena. Lembra quando falei que até 2016 só investidores graúdos tinham acesso a isso? Esse é o motivo.

Mas, então, tá. Vou fazer um esquema desses ligado a uma empresa nacional.

Mas há três fatores a considerar:

  • Custos: cada investimento, individualmente terá um custo. Ações terão custos de corretagem e outros. Opções também. Renda fixa também tem custos. Através de um COE você faz um “pacote” e reduz os custos, além de descomplicar o cálculo desses custos. Ademais, se tem apenas R$ 5 mil para investir, os custos totais inviabilizam a lucratividade da operação.
  • Imposto de renda: se tentar montar um COE por conta própria, o imposto de renda incidirá sobre cada item individualmente (itens de renda fixa, ações, opções e os demais). Você precisará dominar o imposto de renda e a tributação sobre cada item. Já o COE tem uma tributação única que diminui de 22,5% sobre o lucro até 15% sobre o lucro ao final de dois anos. Outra vantagem: com o COE o imposto é retido na fonte. Não precisa se preocupar com preencher o DARF e pagar todos os meses. Só vai precisar declarar anualmente.
  • Conhecimento: vamos convir. Por mais que sejamos responsáveis por nossas finanças – e só o fato de estar lendo isto aqui mostra que você é -, por mais que estudemos não teremos tanto conhecimento para montar um pacote de investimentos equivalente ao COE quanto um profissional da área. Possivelmente, um COE não é arquitetado por uma única pessoa e sim por muitas, com conhecimentos em derivativos e em operações estruturadas. Você, provavelmente, tem mais o que fazer e saber o mínimo sobre isso leva anos de estudo e prática, acertos e erros.

As instituições financeiras criaram os COE justamente para você que gostaria de diversificar, mas não tem ainda capital nem conhecimento nem tempo para tanto. E nem gostaria de se complicar com a receita ao esquecer de recolher um imposto ou por pagar o valor errado em determinado mês.

Mas eu só vou ver meu COE valorizar quando chegar ao final?

Não. Você sabe em tempo real se o seu COE está valorizando ou não.

Diferentemente de uma aposta em qu só vemos o bolo de dinheiro no final, com o COE, acompanhamos a valorização no site ou no aplicativo de sua corretora.

COE: VALE A PENA? 

VALE A PENA-01

Do jeito que estou falando até agora pode parecer que todo COE é uma maravilha.

Não é bem assim.

Trata-se de um investimento muito versátil. Assim, suas características mudam muito entre um e outro.

Há no mercado os COE bons, com cenários de ganhos promissores e que remuneram o custo de oportunidade do investimento.

Mas também há os COE com altos custos e taxas embutidas e, portanto, com poucos cenários de ganho.

Sobre tudo isso vou falar mais adiante.

Infelizmente, grande parte dos COE oferecidos pelos bancos entram no segundo caso, de poucos cenários de ganho.

Assim, precisamos analisar individualmente as características de cada COE e então dizer se vale a pena ou não.

Continue a ler que eu vou ensinar a analisar um COE.

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RISCOS E CUSTOS

RISCOS E CUSTOS-01

Mostre-me uma pessoa que diz que um bom investimento não tem riscos e eu lhe mostrarei um mentiroso.

Toda possibilidade de lucro envolve um risco. Sem exceção.

Além do risco de a condição de um COE não ser atingida – e, na pior das hipóteses, ter todo o seu dinheiro devolvido ao final – existem alguns riscos importantes a serem considerados ao adquirir um Certificado de Operações Estruturadas.

RISCO DE CRÉDITO

Bem simples. O banco emissor do COE entra em dificuldades financeiras e não consegue honrar seus compromissos. Inclusive o de devolver o seu dinheiro no final da operação. Se o banco falir, você ficar sem seu capital ou demorar muito para recebê-lo.

Diversos investimentos de renda fixa emitidos por bancos são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Até R$ 250 mil por investidor caso o banco venha a falência.

Não é o caso do COE.

Mas não é o fim do mundo. Debêntures, CRI e CRA também não têm e ainda assim eles têm alta procura e não se tem notícia de que pessoas estão perdendo dinheiro com eles porque bancos estão indo a falência.

Vamos convir: é muito, muito raro bancos, sobretudo os grandes e tradicionais – aqueles que costumam emitir COE -, irem a falência.

Porém, o risco existe e, por isso, é muito importante conhecer o banco emissor do produto e seu grau de risco.

Na dúvida, fique conosco: a Equipe Trader AAI sempre destaca os COE emitido pelas instituições com o menor risco de crédito.

COE TEM TAXAS?

Sim, os COE têm taxas, mas elas já vem embutidas em sua própria estrutura.

É simples. Já explico.

Assim como CDB, LCA e LCI não há uma cobrança de taxas explicitamente.

Porém, como expliquei no exemplo hipotético do COE atrelado às ações da Netflix, acima, uma parte de seu dinheiro será usada para garantir o valor da aplicação inicial ao fim da operação.

Esse dinheiro fica em rendas fixas prefixadas muito seguras. Uma parte menor irá para aplicações de alto risco, mas muito lucrativas.

E, finalmente, desse valor todo, sai um percentual para remunerar os intermediários financeiros.

Aí estão as taxas “embutidas”. Estimo, por minha experiência, que os bancos repassem às corretoras cerca de 2% ao ano.

OUTRO RISCO: LIQUIDEZ

Um segundo risco, além do risco de crédito da entidade emissora, que se deve levar em conta é o da liquidez. Se, por acaso, você precisar de seu dinheiro antes do tempo, dependendo do COE, ele não poderá ser sacado. Leia neste artigo mais sobre risco de liquidez.

Todo COE tem uma data de vencimento definida no momento de sua emissão. Das duas uma: ou simplesmente não conseguirá liquidar a operação ou poderá sacar apenas uma parte do capital, perdendo o resto.

Então, fica a dica: só invista dinheiro do qual não precisará até o vencimento.

CUSTO DE OPORTUNIDADE

O terceiro risco a ser considerado – além do de crédito e de liquidez – é o custo de oportunidade. Já falamos sobre ele mais acima, mas não havíamos dado um nome a ele.

Basicamente: se o COE, no vencimento, não atingir a condição necessária, você recebe seu dinheiro de volta.

Mas, nesse tempo em que ele ficou empenhado no COE, você poderia ter aplicado em algo que lhe daria pelo menos 12% ou até 20% ao ano.

Seu dinheiro ficou parado e perdeu poder de compra.

Então, embora um COE seja uma boa oportunidade talvez não valha a pena colocar todo o seu capital nele.

ONDE ME INFORMAR SOBRE UM COE?

DIE-01

Você já aprendeu bastante sobre os COE a essa altura e viu que, embora eles sejam uma boa oportunidade de juntar a segurança da renda fixa e os lucros da renda variável, não é qualquer um que serve pra seu dinheiro.

É preciso se informar sobre os COE adequadamente. Mas como vou checar todas as informações necessárias.

Continue a ler, que eu já vou mostrar:

DIE – DOCUMENTO DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS

Exemplo DIE -

Esse documento, o DIE (Documento de Informações Essenciais) será fornecido pela corretora ou pelo banco. Você deve lê-lo e compreendê-lo bem antes de comprar um COE.

Nele saberá coisas como:

  • Instituição emissora;
  • Critérios de ganho ou perda;
  • A modalidade do COE (se o produto é totalmente garantido, parcialmente garantido ou se, simplesmente, não é garantido);
  • Prazo inicial e final do investimento;
  • Possibilidade ou não de resgate antecipado e os ônus disso;
  • Valor mínimo da aplicação;
  • Indexador nacional ou internacional a que o COE estará atrelado;
  • Datas de verificação se determinadas condições foram atingidas e, se sim, se haverá liquidação antecipada do COE com realização de lucro e de quanto é esse lucro;
  • Informações sobre tributação de acordo com a tabela regressiva aplicada à renda fixa;
  • Perfil de investidor.

Depois de ler e entender – e somente depois disso – você assina um documento chamado termo de adesão e ciência de risco.

Com essa burocracia mínima você estará investindo em um produto sofisticado e recheado de oportunidades.

Atualmente isso é feito pelo computador ou mesmo pelo celular, com o uso de uma assinatura eletrônica, como no internet banking.

SUITABILITY – ENTENDA SE O COE É ADQUADO AO SEU PERFIL

Suitability. Sempre que você ler essa palavra complicada significa que é preciso ver se a coisa serve pra você. No caso, se a aplicação é adequada para seu jeitão de investidor.

Por possuir investimentos de renda variável em sua composição os COE, de uma maneira geral, são indicados para investidores que possuem um perfil a partir de moderado.

Todo banco e corretora entregam ao cliente um formulário que, depois de preenchido, dá uma ideia de qual é o seu perfil. Se o seu perfil é adequado, você pode, se quiser, investir em COE.

Essa e outras medidas são exigências dos órgãos fiscalizadores que regulam as instituições e os produtos financeiros por elas oferecidos.

A IMPORTÂNCIA DA CETIP 

A IMPORTANCIA DA CETIP-01

Qualquer COE lançado no Brasil deve ser registrado na Cetip (Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos). Para lançar COE, as instituições também devem ser previamente cadastradas. Isso torna as aplicações em Certificados de Operações Estruturadas ainda mais seguras.

A Cetip é uma instituição não governamental que assegura que as instituições emissoras de COE e outros investimentos só ofereçam produtos quando houver segurança e eficiência. Os COE, por exemplo, só chegam ao mercado se tiverem condições variadas de opções e cenários de retorno.

A Cetip também é responsável pelos depósitos e pela liquidação dos COE.

Verifique sempre se a corretora ou o banco que você decidiu aplicar em COE tem o selo Cetip Certifica.

Com isso, a operação será registrada em seu nome na corretora e no sistema da Cetip. E, assim, você poderá verificar sempre se os investimentos estão conforme os produtos e serviços contratados nas instituições.

Isso é o tipo de segurança e garantia fundamental para qualquer investidor e para que o mercado funcione adequadamente.

COE: QUANTO DÁ PRA GANHAR? 

QUANTO DA PARA GANHAR-01

Tá, Osney, o COE parece um excelente negócio, mas quanto dá para ganhar com um Certificado de Operações Estruturadas? Qual a rentabilidade do COE?

A verdade é que isso varia muito de COE para COE.

A rentabilidade de um COE depende de diversos fatores:

  • se a operação a que o produto está atrelado vai dar certo ou não;
  • se o ativo a que o COE está ligado é bom ou ruim;
  • se a modalidade é protegida ou com risco;
  • como estão estruturados os diferentes cenários de ganhos e perdas do produto.

Para as coisas ficarem menos nubladas, vou dar alguns exemplos didáticos.

Na verdade, mostrarei o funcionamento de 3 tipos distintos de estruturas de COE que são muito comuns no mercado.

  • COE ligado a alta de um índice XYZ com valor nominal protegido

O índice XYZ está ligado a determinadas ações como, por exemplo, o Ibovespa é ligado às ações da Bovespa.

Você quer investir nesse índice XYZ porque acha ele vai subir nos próximos dois anos. Mas não quer perder dinheiro caso esteja errado.

Então você investe em um COE atrelado à alta do índice XYZ com valor nominal protegido com um prazo de vencimento de dois anos.

Esse COE tem uma estratégia que devolve o valor integral do investimento caso o índice caia e limita o lucro a 33% caso o índice suba. Se, ao final de dois anos o índice subir 50%, não importa: você lucra 22%.

Porém, se cair 70%, ainda assim, não perde nada. Recebe o mesmo valor que investiu no começo.

Qualquer alta abaixo de 33% proporcionam um lucro no mesmo valor da alta. Se o índice subiu 11% em dois anos, esse será o seu lucro.

GRAFICO COE-01

O COE participará da variação positiva da ação XY, conforme o quadro abaixo (válido apenas para a data de vencimento do COE).

TABELA 1-01

A tabela abaixo mostra alguns cenários de retorno no  vencimento, considerando um preço inicial de XY de 100.

TABELA 2-01

  • COE autocallable ligado a ações com valor nominal protegido

Este tipo de COE oferece lucros bastante atrativos, mas somente se determinada condição seja obtida em certas datas de verificação.

Por exemplo, um COE desse tipo ligado a 3 ações – A, B e C.

Na nossa hipótese, o prazo de vencimento é de dois anos e as datas de verificação são semestrais.

Assim, teremos 4 datas de verificação, a cada seis meses. Em cada uma dessas datas, se cada uma das ações estiverem com o preço superior aos preços iniciais, o COE paga uma taxa de 10% ao investidor e é encerrado antecipadamente.

Se a condição for obtida em seis meses, são 10%. Se em 12, são 20%. Em 18 meses, são 30% e, finalmente, em 24 meses, a taxa é de 40%.

Na pior das hipóteses, se a condição das três ações nunca terem ficado juntas acima do valor acordado, você recebe todo o seu capital investido de volta.

Vejamos alguns cenários deste COE hipotético (pagamento de 10% a cada semestre se as ações estiverem acima do valor inicial ao mesmo tempo):

Data de observação: primeiros seis meses

A condição de todas as três ações acima do preço inicial foi atingida: investidor recebe valor inicial mais 10% e o COE é encerrado

Não foi atingida: o COE continua

Data de observação: primeiro ano

A condição de todas as três ações acima do preço inicial foi atingida: investidor recebe valor inicial mais 20% e o COE é encerrado

Não foi atingida: o COE continua

Data de observação: 18 meses

A condição de todas as três ações acima do preço inicial foi atingida: investidor recebe valor inicial mais 30% e o COE é encerrado

Não foi atingida: o COE continua

Data de observação: dois anos

A condição de todas as três ações acima do preço inicial foi atingida: investidor recebe valor inicial mais 40% e o COE é encerrado

Não foi atingida: o COE chegou a data de vencimento e o investidor recebe seu dinheiro de volta sem perdas financeiras

Observe que esse COE não paga de acordo com a alta da ação. Se as ações estiverem acima do valor determinado (no nosso exemplo, acima do valor inicial), não importa se elas subiram 20% ou 200%: o COE paga uma porcentagem acertada no início do contrato.

O bom disso é que, para você ganhar, não é preciso que haja uma alta astronômica das ações. Basta que elas subam. Além disso, neste exemplo, que é bastante próximo do que existe no mercado, há quatro chances de se obter lucro, a cada seis meses.

E, mais uma vez, nunca é demais lembrar: sem risco de perda financeira. O único risco é o dinheiro ter deixado de crescer nesse período.

  • COE Reverse Convertible na ação AX com Valor Nominal em Risco

Nesta modalidade você pode ganhar uma taxa combinada no caso da alta ou da queda de um papel.

Por exemplo, a ação hipotética AB.

Nesta nossa nova hipótese, você aceita receber 21% sobre o que investiu se o preço da ação AB subir – não importa quanto – ou se cair até no máximo 30%.

Quer dizer: mesmo que a ação caia 30%, você ganha 21%.

Mas, se a ação cair mais que 30% no período de vencimento do COE, você assume a variação total negativa, mas, ainda assim, recebe a taxa fixa de 21%, reduzindo o prejuízo.

Se a ação AB cair 29,9%, você ainda lucra 21%.

Agora, se a ação cair 31%? A conta é simples. Você perde 31% por um lado e lucra 21% por outro. E 31 menos 21 é igual a 10.

Se tivesse investido diretamente na ação, teria um prejuízo de 31%. Mas como usou um COE perdeu apenas 10%.

Desnecessário dizer que essa modalidade exige um pouco mais de agressividade por parte do investidor.

Repetindo, no nosso exemplo:

Qualquer alta ou queda até um limite de -30%: você recebe o capital investido mais 21%.

Quedas superiores a -30%: você recebe o capital investido mais 21% menos a queda da ação no período.

TABELA 3-01

A tabela abaixo mostra alguns cenários de retorno no vencimento, considerando um preço inicial de XY de 100.

TABELA 4-01

MAS TEM MAIS, MUITO MAIS SOBRE RENTABILIDADE DOS COE

Esses foram apenas 3 exemplos que, espero, deixaram as coisas mais simples para entender como você pode lucrar com os COE.

Existem mais possibilidades de cenários de ganhos e perdas: mais de 40. Isso sem falar nas combinações de ativos, derivativos, moedas, commodities, índices e muito mais.

As possibilidades são infinitas.

Quer conhecer mais sobre os diferentes cenários para ganhar dinheiro com COE? Baixe o catálogo COE- Cenários de ganhos

POR QUE O COE LIMITA MEU GANHO?

Como você deve ter observado nos três exemplos acima, o ganho com os COE é limitado. Mesmo que os ativos ou índices a que ele está atrelado subam estratosfericamente, existe um máximo de remuneração.

Um pensamento simplista poderia dizer que as limitações existem para que o banco emissor ganhe mais, ficando com o valor excedente.

Mas isso não é verdade.

O ganho do banco acontece na hora em que você investe seu capital e ele o aloca em seus próprios produtos financeiro: investe ou empresta, cobrando juros maiores do que paga a você. A história acaba aí.

Mas, então, por que esse limite?

A grande sacada dos COE é limitar as perdas. Se tudo der errado, você sai com o mesmo dinheiro que entrou.

Mas, para colocar esse limite de perdas, existem custos: as travas de proteção são feitas com a compra de derivativos, como as opções (lembra que eu falei rapidamente delas no início deste artigo?)

Ao limitar os ganhos, o banco reduz essas despesas. Mas, no caso, desta vez, ele vende derivativos e, desse modo, gera dinheiro, usado para compensar os custos da proteção.

Para entender esse conceito completamente seria necessário algum conhecimento sobre “travas de alta”, “travas de baixas” e outras “operações estruturadas com opções”, mas nosso artigo ficaria muito longo, mas prometo explicar tudo isso em outro texto.

Por ora, basta você saber que a limitação de ganhos existem para reduzir os custos das estruturas dos COE.

Mas até faz sentido: se a perda é limitada, tem lógica que os ganhos também sejam.

TRIBUTAÇÃO DO COE

TRIBUTAÇÃO DO COE

A tributação para COE é muito simples. O que chega a ser surpreendente depois de aprendermos o quanto eles são sofisticados.

Ao final do investimento, o banco entrega o dinheiro líquido com o imposto já debitado. Isso se houver lucro. A cobrança é sempre no vencimento e o próprio banco recolhe o valor. Você só tem o trabalho de declarar a renda e a soma que foi recolhida na fonte.

A alíquota segue a tabela regressiva, a mesma de qualquer renda fixa, como títulos públicos, fundos de investimento e CDB. A taxa máxima é de 22,5% para aplicações de até 6 meses, valor que vai caindo até o mínimo de 15% para investimentos com prazo superior a 2 anos.

Tabela-Regressiva-Imposto-de-Renda

Existe uma grande vantagem tributária.

Os COE são estruturados com derivativos financeiros – opções de uma empresa, por exemplo – e ao mesmo tempo a maior parte do capital aplicado fica alocado em renda fixa.

Normalmente, se você tiver prejuízos na bolsa de valores (ações, opções ou contratos futuros), pode descontar esse valor, o de suas perdas, do imposto gerado pelas ocasiões em que tiver ganhos.

Mas isso só é possível se os ganhos acontecerem também na bolsa de valores. Você não pode descontar prejuízos da bolsa de imposto gerado por lucro na renda fixa.

Nos COE é diferente. Como está tudo no mesmo pacote, você só paga imposto quando a soma da rentabilidade tanto da renda fixa quanto da renda variável forem, juntos, positivos.

UMA CURIOSIDADE PARA QUEM GOSTA DE VIAJAR

CURIOSIDADE PARA QUEM GOSTA DE VIAJAR 2

Digamos que você pretenda viajar para os Estados Unidos daqui a dois anos e já tem um bom valor, em reais, para essa viagem.

Se o dólar subir, seus planos podem ser prejudicados.

Porém, se você investir em um COE atrelado ao dólar, pode garantir que o seu dinheiro, no momento da viagem, acompanhe esta alta.

E, se o dólar cair, não haverá problema: você recebe seu dinheiro de volta, suficiente para as despesas, já que a moeda está abaixo do valor em que estava, antes de quando você entrou na operação.

Se a operação der certo, dependendo do COE, pode haver até uma gordurinha extra, para guardar ou para alguma extravagância de viajante.

CONCLUSÃO

Na hora de escolher o emissor do COE, dê prioridade aos grandes bancos, já que o produto não tem garantia do FGC.

Na dúvida, conte com a ajuda de um excelente agente autônomo de investimento.

Esse profissional tem interesse no seu sucesso já que a sua atividade está ligada a você ser bem sucedido em seus investimentos.

      • Escolha um COE com o indexador mais se adequado às suas necessidades ou que você acredita que pode trazer o maior retorno
      • Se você for aplicar em um COE com limite de alta, procure aqueles com limite elevado (maior do que 25% ao ano)
      • Lembre-se que o custo de oportunidade (deixar de ganhar com a taxa de juro em ativos “livres de risco”) é alto no Brasil. Portanto, o COE deve ser usado como uma opção de diversificação de carteira, inclusive a índices e moedas internacionais.

Os COE são, de fato, um investimento muito atraente e empolgante.

Se você compreendeu que com os COE você consegue investir em produtos financeiros sofisticados sem complicação, já aprendeu bastante coisa. Se compreendeu que pode obter rentabilidades acima da renda fixa com um bom controle de riscos, foi um grande passo.

No Brasil, ainda há muitas possibilidades a serem exploradas nesta seara. No exterior, as letras estruturadas movimentam fortunas. O investidor pode aplicar seu capital em praticamente qualquer coisa que envolva negócios e dinheiro: milho, índices do setor de tecnologia, índices variados da bolsa de valores, metais e muito mais. O céu é o limite.

Mesmo agora, quando estamos começando nessa modalidade, os Certificados de Operações Estruturadas já movimentam montantes astronômicos na casa de bilhões.

Lembre porém, antes de sair comprando qualquer COE, que este não deixa de ser um investimento de risco, mesmo considerando que o pior que pode acontecer é você ter o seu dinheiro de volta (releia o item 5 se você não entendeu isso).

No entanto, correr esse risco, que é absolutamente controlado, pode ser uma ótima forma de melhorar o crescimento dos seus investimentos. Para isso, é muito importante que você tome decisões conscientes: estude e aprenda para fazer sempre as melhores escolhas.

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